PME COMO ESCOLHER UMA AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO

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A escolha de um fornecedor nunca deveria ser feita por aquilo que ele já fez e sim pelo que ele está disposto a fazer.

É vazio quando uma agência de comunicação se apresenta baseado apenas nos clientes que já atendeu e nos projetos aos quais trabalhou. Trata-se de um mecanismo de persuasão digno dos anos 90. Não é raro agências pequenas que tiveram uma participação irrisória em grandes projetos se vangloriarem pelo ocorrido. É verdade também, que aquele poser, que fez um workshop em Nova Iorque de três horas, costuma chegar com o peito estufado ostentando o seu feito, como se isso tivesse sido uma grande realização para humanidade.

Claro que referencial é importante e que a experiência conta. Porém, não dá pra basear a vida em apenas uma ou duas experiências mais significativas do passado. Em um jantar com gestores de uma multinacional, alguns deles expatriados a pouco tempo, comentaram que a surpresa americana ficou pela possibilidade “regredir” na carreira, ou seja, ser recolocado em um nível inferior baseado em seu desempenho.

A lógica americana é simples, fundamentalmente baseada em resultados. E assim deveria ser a escolha dos fornecedores de comunicação. Hoje, o mercado está repleto de agências de comunicação que se vendem pelo status. É preciso ficar atento, que tão importante quanto atender um grande cliente é dar resultado para todos eles. E nesse quesito, sempre, as PMEs sofrem com o descaso praticado pelas agências.

É fundamental que as PMEs estejam atentas na escolha do seu fornecedor. Não contratando apenas pelo rótulo, mas lendo também todos os ingredientes que estão inclusos no produto. E nesse ponto é fundamental um tempero especial: a vontade de realizar.

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